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	<title>Tabelião Tremembé</title>
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	<description>Notas e Protestos</description>
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	<title>Tabelião Tremembé</title>
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	<item>
		<title>Comissão aprova projeto de perda de prazo para liberdade condicional em caso de falta grave</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Wilian Sales]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 18 Jun 2026 16:40:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<img src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/06/img20260311113033921-768x473.jpeg" 0="" alt="Comissão aprova projeto de perda de prazo para liberdade condicional em caso de falta grave" />Kayo Magalhães / Câmara dos Deputados General Pazuello: a medida incentiva o condenado a manter conduta adequada A Comissão de Segurança Pública da Câmara dos Deputados<span class="excerpt-hellip"> […]</span>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/06/img20260311113033921-768x473.jpeg" 0="" alt="Comissão aprova projeto de perda de prazo para liberdade condicional em caso de falta grave" /><div class="image-container" data-midia="1283699">
<div class="midia-creditos"><em>Kayo Magalhães / Câmara dos Deputados</em></div>
<div class="media-wrapper"><img decoding="async" src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/06/img20260311113033921-768x473.jpeg" alt="Deputado General Pazuello (PL-RJ) fala em comissão da Câmara dos Deputados"></div>
<div class="midia-legenda">General Pazuello: a medida incentiva o condenado a manter conduta adequada</div>
</div>
<p>A Comissão de Segurança Pública da Câmara dos Deputados aprovou o Projeto de Lei 3437/24, que determina que o cometimento de uma falta grave pelo preso interrompe a contagem do tempo necessário para obter o livramento condicional.</p>
<p>A proposta altera o <a href="https://www2.camara.leg.br/legin/fed/declei/1940-1949/decreto-lei-2848-7-dezembro-1940-412868-norma-pe.html">Código Penal</a> para estabelecer que, nessas situações, o prazo para conseguir o benefício deverá ser reiniciado, considerando o tempo de pena que ainda falta ser cumprido.</p>
<p>O relator, deputado General Pazuello (PL-RJ), recomendou a aprovação da proposta. Ele explicou que a mudança preenche uma lacuna na lei.</p>
<p>Atualmente, o Superior Tribunal de Justiça (STJ) entende que a falta grave não zera o prazo para a liberdade condicional porque não existe uma previsão legal específica para isso, diferentemente do que ocorre na progressão de regime.</p>
<p>“A medida incentiva o condenado a manter conduta adequada, indispensável à sua efetiva reintegração social”, afirmou Pazuello. Ele acrescentou que a liberdade deve ser merecida e “conquistada por meio de comportamento exemplar, disciplinado e fiel ao cumprimento da execução penal”.</p>
<p>O argumento do autor do projeto, deputado Da Vitória (PP-ES), é que a proposta ajudará a reduzir a reincidência criminal, ao impor consequências diretas para o comportamento indisciplinado do detento.</p>
<p><strong>Próximos passos</strong><br />
A proposta agora segue para análise da Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania. Se aprovada, a matéria será encaminhada para votação no Plenário da Câmara dos Deputados.</p>
<p>Para virar lei, o texto precisa ser aprovado pelos deputados e pelos senadores.</p>
<ul>
<li><a href="https://www.camara.leg.br/noticias/573454-SAIBA-MAIS-SOBRE-A-TRAMITACAO-DE-PROJETOS-DE-LEI">Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei</a></li>
</ul>
<p>&#8230;&#8230;.. Fonte: <a href="https://www.camara.leg.br/noticias/1283649-comissao-aprova-projeto-de-perda-de-prazo-para-liberdade-condicional-em-caso-de-falta-grave/" target="_blank" class="feedzy-rss-link-icon">Read More</a></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Comissão aprova inclusão da primeira infância como prioridade na Constituição</title>
		<link>https://tabeliaotremembe.com/comissao-aprova-inclusao-da-primeira-infancia-como-prioridade-na-constituicao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Wilian Sales]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Jun 2026 18:51:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<img src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/06/img20260617111142923-768x473.jpg" 0="" alt="Comissão aprova inclusão da primeira infância como prioridade na Constituição" />Vinicius Loures / Câmara dos Deputados Osmar Terra, presidente da comissão; e Amanda Gentil, relatora da proposta A inclusão de prioridade para a primeira infância na<span class="excerpt-hellip"> […]</span>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/06/img20260617111142923-768x473.jpg" 0="" alt="Comissão aprova inclusão da primeira infância como prioridade na Constituição" /><div class="image-container" data-midia="1283178">
<div class="midia-creditos"><em>Vinicius Loures / Câmara dos Deputados</em></div>
<div class="media-wrapper"><img decoding="async" src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/06/img20260617111142923-768x473.jpg" alt="Discussão e Votação do Parecer da Relatora. Dep. Osmar Terra (PL - RS). Dep. Amanda Gentil (PP-MA)"></div>
<div class="midia-legenda">Osmar Terra, presidente da comissão; e Amanda Gentil, relatora da proposta</div>
</div>
<p>A inclusão de prioridade para a primeira infância na Constituição foi aprovada nesta quarta-feira (17) por uma <span class="termoGlossario" title="Comissão temporária criada para analisar e votar proposta de emenda à Constituição (PEC), projeto de código e propostas que envolvam matéria de competência de mais de quatro comissões de mérito." data-toggle="tooltip" data-placement="top">comissão especial</span> da Câmara dos Deputados. Segundo a proposta, passa a ser dever da família, da sociedade e do Estado assegurar, com absoluta prioridade, o direito à vida, à saúde, à alimentação, à educação e à convivência familiar, entre outros, especificamente desde a primeira infância.</p>
<p>Além disso, o texto reforça que a lei deverá punir severamente qualquer forma de abuso, violência ou exploração contra crianças nessa faixa etária.</p>
<p>A <a class="linkProposicao" href="https://www.camara.leg.br/noticias/1192073-pec-da-prioridade-a-criancas-de-ate-6-anos-em-direitos-constitucionais">Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 34/24, </a>da deputada Laura Carneiro (PSD-RJ), foi aprovada com alterações feitas pela relatora, deputada Amanda Gentil (PP-MA).</p>
<p>A proposta segue agora para o Plenário, onde precisa ser votada em dois turnos, e depois segue para o Senado.</p>
<p><a href="https://www.camara.leg.br/noticias/573448-saiba-mais-sobre-a-tramitacao-de-pecs/">Conheça a tramitação de propostas de emenda à Constituição</a></p>
<p><strong>Alteração na Constituição</strong><br />
O texto inclui expressamente a primeira infância — período que vai do nascimento aos seis anos de idade — como beneficiária de direitos e garantias no texto constitucional. Atualmente, a Constituição menciona crianças, adolescentes e jovens de forma genérica.</p>
<p>“A gente está pensando no futuro. Estamos aprovando um texto que muda a realidade de muitas crianças na primeira infância, mas também a realidade de adolescentes, jovens e adultos lá na frente”, afirmou Amanda Gentil.</p>
<p>O presidente da comissão especial, deputado Osmar Terra (PL-RS), completou, lembrando que a primeira fase da vida é fundamental para o desenvolvimento humano.</p>
<p>“Ela trata de um momento crucial em que o ser humano organiza todas as competências que ele vai usar na sua vida”, observou. “Então, não tem nada mais importante do que isso para estar na Constituição, nas políticas públicas de combate à pobreza.”</p>
<div class="image-container" data-midia="1283180">
<div class="midia-creditos"><em>Kayo Magalhães / Câmara dos deputados</em></div>
<div class="media-wrapper"><img decoding="async" src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/06/img20260526175232735-4-768x473.jpg" alt="Discussão e Votação de propostas legislativas. Dep. Laura Carneiro (PSD - RJ)"></div>
<div class="midia-legenda">Laura Carneiro, autora da proposta</div>
</div>
<p><strong>Dever do Estado<br />
</strong>O texto aprovado apresenta alterações em relação à proposta original para detalhar o dever do Estado e aumentar a transparência nos gastos públicos com esse grupo.</p>
<p>Uma das mudanças foi a inclusão de novos parágrafos ao artigo 227 da Constituição para tornar obrigatória a adoção de políticas, planos e serviços específicos para crianças de zero a seis anos, princípios já consagrados no Marco Legal da Primeira Infância (<a class="linkLegislacao" href="https://www2.camara.gov.br/legin/fed/lei/2016/lei-13257-8-marco-2016-782483-norma-pl.html" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Lei 13.257/16</a>).</p>
<p>O <span class="termoGlossario" title="Nome que se dá ao texto que altera substancialmente o conteúdo original da proposta. O substitutivo é apresentado pelo relator e tem preferência na votação sobre o projeto original." data-toggle="tooltip" data-placement="top">substitutivo</span> estabelece que as ações deverão garantir o desenvolvimento integral, mencionando expressamente a oferta de creches e programas de visitação domiciliar.</p>
<p>O texto aprovado também introduz o princípio da intersetorialidade, determinando que as políticas públicas deverão ser articuladas entre diferentes áreas, como saúde, educação,  assistência social e cultura. Além disso, define que o atendimento pleno aos direitos da primeira infância é um objetivo comum de todos os entes da Federação — União, estados, municípios e Distrito Federal — que deverão atuar em regime de colaboração.</p>
<p><strong>Transparência<br />
</strong>Em relação à transparência, a relatora modificou a redação original sobre a publicidade dos gastos públicos. Enquanto a proposta inicial mencionava genericamente os segmentos contemplados na Constituição, o substitutivo lista explicitamente que os governos deverão divulgar anualmente o orçamento destinado à família, à criança (desde a primeira infância), ao adolescente, ao jovem, à mulher e à pessoa idosa. A regra exige ainda que esses dados sejam apresentados em linguagem clara e de fácil compreensão.</p>
<p><strong>Proteção digital<br />
</strong>A comissão também aprovou um anteprojeto de lei para atualizar o Marco Legal da Primeira Infância. Entre as inovações, estão a proteção contra a exposição precoce e excessiva a tecnologias inadequadas e a criação do Indicador Nacional de Desenvolvimento da Primeira Infância (INDI).</p>
<p>O objetivo do indicador é monitorar de forma contínua e intersetorial a efetividade das políticas voltadas para essa faixa etária.</p>
<p>&#8230;&#8230;.. Fonte: <a href="https://www.camara.leg.br/noticias/1283008-comissao-aprova-inclusao-da-primeira-infancia-como-prioridade-na-constituicao/" target="_blank" class="feedzy-rss-link-icon">Read More</a></p>
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		<item>
		<title>Comissão de Constituição e Justiça aprova projeto que aumenta penas para ameaças feitas por Pix</title>
		<link>https://tabeliaotremembe.com/comissao-de-constituicao-e-justica-aprova-projeto-que-aumenta-penas-para-ameacas-feitas-por-pix/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Wilian Sales]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Jun 2026 12:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<img src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/06/img20260616151533312-768x473.jpg" 0="" alt="Comissão de Constituição e Justiça aprova projeto que aumenta penas para ameaças feitas por Pix" />Kayo Magalhães / Câmara dos deputados Luiz Couto é o relator da proposta A Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ) da Câmara dos<span class="excerpt-hellip"> […]</span>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/06/img20260616151533312-768x473.jpg" 0="" alt="Comissão de Constituição e Justiça aprova projeto que aumenta penas para ameaças feitas por Pix" /><div class="image-container" data-midia="1282814">
<div class="midia-creditos"><em>Kayo Magalhães / Câmara dos deputados</em></div>
<div class="media-wrapper"><img decoding="async" src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/06/img20260616151533312-768x473.jpg" alt="Discussão e votação de propostas legislativas. Dep. Luiz Couto (PT - PB)"></div>
<div class="midia-legenda"><span> Luiz Couto é o relator da proposta</span></div>
</div>
<p><span>A Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ) da Câmara dos Deputados aprovou, nesta terça-feira (16), o Projeto de Lei 4220/25, do deputado Flávio Nogueira (PT-PI), que aumenta as penas para os crimes de ameaça, perseguição e violência psicológica contra a mulher quando cometidos no campo de mensagens do Pix.</span></p>
<p><span>O Pix é o meio de pagamento eletrônico instantâneo criado pelo Banco Central e entrou em funcionamento em 2020. O campo de mensagem serve para identificar ou contextualizar o pagamento e é de preenchimento opcional. </span></p>
<p><span>O texto modifica o <a href="https://www2.camara.gov.br/legin/fed/declei/1940-1949/decreto-lei-2848-7-dezembro-1940-412868-norma-pe.html" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Código Penal</a>.</span></p>
<p><span> No crime de ameaça (pena inicial de detenção de um a seis meses ou multa), a penalidade é aumentada de um terço a metade. </span><span>Em caso de perseguição (pena inicial de </span><span>reclusão de seis meses a dois anos e multa</span><span>) e de violência psicológica contra a mulher (pena inicial de reclusão de 6 meses a dois anos e multa, se a conduta não constituir crime mais grave)</span><span>, a pena é aumentada em metade.</span></p>
<p><span>O relator na CCJ, deputado Luiz Couto (PT-PB), recomendou a aprovação do texto, que considerou conferir uma “resposta penal proporcional à gravidade dessa conduta”. O projeto ainda depende de análise pelo Plenário.</span></p>
<ul>
<li><a href="https://www.camara.leg.br/noticias/573454-SAIBA-MAIS-SOBRE-A-TRAMITACAO-DE-PROJETOS-DE-LEI"><span>Saiba mais sobre a tramitação e projetos de lei</span></a></li>
</ul>
<p><strong>Prática comum<br />
</strong><span>O autor, Flávio Nogueira, disse que apresentou o projeto para coibir uma prática cada vez mais comum nos crimes de violência contra mulheres. Segundo ele, o que nasceu para facilitar a vida da população passou a ser usado de forma perversa por alguns agressores. </span></p>
<p><span>&#8220;O campo destinado à identificação da transferência tem sido desvirtuado por agressores que o utilizam como meio indireto, mas eficaz, de intimidar, humilhar ou perseguir mulheres”, explicou. </span><span>“Em muitos casos, o valor enviado é irrisório, servindo apenas de veículo para que a mensagem abusiva alcance a vítima, mesmo diante de medidas protetivas, bloqueios nas redes sociais ou tentativas de afastamento”, complementou Nogueira. </span></p>
<p><span>A deputada Erika Kokay (PT-DF) também defendeu o projeto. “</span><span>O Pix é um instrumento que reafirma a nossa soberania e a democracia. Não pode ser um instrumento para propagar, incentivar ou efetivar violências contra as mulheres. Violência contra as mulheres é uma luta que é absolutamente estruturante para a construção de uma sociedade mais justa e mais igualitária”, disse Kokay. </span></p>
<p>&#8230;&#8230;.. Fonte: <a href="https://www.camara.leg.br/noticias/1282657-comissao-de-constituicao-e-justica-aprova-projeto-que-aumenta-penas-para-ameacas-feitas-por-pix/" target="_blank" class="feedzy-rss-link-icon">Read More</a></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Comissão de Constituição e Justiça aprova projeto que impede que assassino receba herança de outros membros da família</title>
		<link>https://tabeliaotremembe.com/comissao-de-constituicao-e-justica-aprova-projeto-que-impede-que-assassino-receba-heranca-de-outros-membros-da-familia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Wilian Sales]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Jun 2026 11:20:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<img src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/06/img20260506113910167-768x473.jpg" 0="" alt="Comissão de Constituição e Justiça aprova projeto que impede que assassino receba herança de outros membros da família" />Kayo Magalhães / Câmara dos Deputados Laura Carneiro é a relatora da proposta A Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ) da Câmara dos<span class="excerpt-hellip"> […]</span>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/06/img20260506113910167-768x473.jpg" 0="" alt="Comissão de Constituição e Justiça aprova projeto que impede que assassino receba herança de outros membros da família" /><div class="image-container" data-midia="1282795">
<div class="midia-creditos"><em>Kayo Magalhães / Câmara dos Deputados</em></div>
<div class="media-wrapper"><img decoding="async" src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/06/img20260506113910167-768x473.jpg" alt="Sessão Solene - Homenagem aos 200 anos da Câmara dos Deputados. Dep. Laura Carneiro (PSD-RJ)"></div>
<div class="midia-legenda"><span>Laura Carneiro é a relatora da proposta</span></div>
</div>
<p>A Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ) da Câmara dos Deputados aprovou proposta que impede herdeiros condenados por homicídio de receber, por vias indiretas, o patrimônio de outros parentes da mesma família.</p>
<p><span>A comissão aprovou o <span class="termoGlossario" title="Nome que se dá ao texto que altera substancialmente o conteúdo original da proposta. O substitutivo é apresentado pelo relator e tem preferência na votação sobre o projeto original." data-toggle="tooltip" data-placement="top">substitutivo</span> apresentado pela relatora na CCJ, deputada Laura Carneiro (PSD-RJ), ao <a class="linkProposicao" href="https://www.camara.leg.br/noticias/1278954-projeto-impede-que-assassino-receba-heranca-de-outros-membros-da-familia">Projeto de Lei 23/26</a>, da deputada Dayany Bittencourt (União-CE). </span></p>
<p><span>A proposta estende o chamado &#8220;instituto da indignidade&#8221; aos parentes colaterais até o quarto grau</span><span>. A alteração é incluída no <a class="linkLegislacao" href="https://www2.camara.gov.br/legin/fed/lei/2002/lei-10406-10-janeiro-2002-432893-norma-pl.html" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Código Civil</a>. Pela regra atual, a perda do direito à herança por crime doloso só vale quando o crime é cometido contra o dono dos bens, seu cônjuge, companheiro, pais ou filhos. </span></p>
<p><span>O projeto foi apresentado pela autora com o objetivo de criar a “Lei Suzane von Richtofen”. Richtofen foi condenada a 39 anos de prisão por planejar o assassinato dos próprios pais em 2002 e hoje cumpre a pena em regime aberto. O caso voltou a repercutir pela possibilidade legal de ela herdar parte do patrimônio de um tio falecido.</span></p>
<p><strong>Seguro de vida<br />
</strong><span>O texto aprovado também modifica a <a class="linkLegislacao" href="https://www2.camara.gov.br/legin/fed/lei/2024/lei-15040-9-dezembro-2024-796661-norma-pl.html" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Lei do Contrato de Seguro</a>, para prever que seguro de vida também não poderá ser pago nos casos previstos pelo Código Civil, ou seja, para quem tiver sido autor, coautor ou tiver participado de homicídio doloso contra o segurado, seu cônjuge, companheiro, ascendente, descendente ou os seus colaterais até o quarto grau. </span></p>
<p><span>Segundo a relatora, essas modificações, além de trazerem mais segurança jurídica ao evitarem longas discussões judiciais em inventários, “garantem que o patrimônio familiar permaneça com aqueles que respeitam a solidariedade inerente aos vínculos de sangue e afeto, compatibilizando a norma aos valores que informam o Direito Civil contemporâneo”. </span></p>
<p><span>A proposta ainda precisa passar pelo Plenário da Câmara, antes de seguir ao Senado.</span></p>
<ul>
<li><a href="https://www.camara.leg.br/noticias/573454-SAIBA-MAIS-SOBRE-A-TRAMITACAO-DE-PROJETOS-DE-LEI">Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei </a></li>
</ul>
<p>&#8230;&#8230;.. Fonte: <a href="https://www.camara.leg.br/noticias/1282643-comissao-de-constituicao-e-justica-aprova-projeto-que-impede-que-assassino-receba-heranca-de-outros-membros-da-familia/" target="_blank" class="feedzy-rss-link-icon">Read More</a></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Câmara aprova projeto que inclui procuradorias Federal e do Banco Central na direção superior da AGU</title>
		<link>https://tabeliaotremembe.com/camara-aprova-projeto-que-inclui-procuradorias-federal-e-do-banco-central-na-direcao-superior-da-agu/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Wilian Sales]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 16 Jun 2026 23:40:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<img src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/06/img20260616211553422-768x473.jpg" 0="" alt="Câmara aprova projeto que inclui procuradorias Federal e do Banco Central na direção superior da AGU" />Vinicius Loures/Câmara dos Deputados Lafayette de Andrada, relator da proposta A Câmara dos Deputados aprovou projeto de lei complementar que insere a Procuradoria-Geral Federal e a<span class="excerpt-hellip"> […]</span>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/06/img20260616211553422-768x473.jpg" 0="" alt="Câmara aprova projeto que inclui procuradorias Federal e do Banco Central na direção superior da AGU" /><div class="image-container" data-midia="1282762">
<div class="midia-creditos"><em>Vinicius Loures/Câmara dos Deputados</em></div>
<div class="media-wrapper"><img decoding="async" src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/06/img20260616211553422-768x473.jpg" alt="Discussão e votação de propostas legislativa. Dep. Lafayette de Andrada (PL - MG)"></div>
<div class="midia-legenda">Lafayette de Andrada, relator da proposta</div>
</div>
<p>A Câmara dos Deputados aprovou projeto de lei complementar que insere a Procuradoria-Geral Federal e a Procuradoria-Geral do Banco Central como órgãos de direção superior da Advocacia-Geral da União (AGU). A proposta será enviada ao Senado.</p>
<p>De autoria do Poder Executivo, o Projeto de Lei Complementar (PLP) 337/17 foi aprovado na forma de um <span class="termoGlossario" title="Nome que se dá ao texto que altera substancialmente o conteúdo original da proposta. O substitutivo é apresentado pelo relator e tem preferência na votação sobre o projeto original." data-toggle="tooltip" data-placement="top">substitutivo</span> do relator, deputado Lafayette de Andrada (PL-MG).</p>
<p>O texto determina que, apesar de essas duas procuradorias se subordinarem diretamente ao advogado-geral da União, a indicação dos procuradores-gerais respectivos será feita conjuntamente pelo advogado-geral da União e pelo ministro da Fazenda ou pelo presidente do Banco Central, conforme o caso, recaindo preferencialmente sobre os membros da carreira.</p>
<p>De igual forma, a estrutura e a organização da Procuradoria-Geral do Banco Central seguirão seu regimento interno.</p>
<p>O relator afirmou que o texto não confere maiores poderes ao advogado-geral da União, mas apenas incorpora as carreiras das duas procuradorias na AGU. &#8220;Essa iniciativa representa uma busca pela racionalidade administrativa, economia e otimização das atividades constitucionais da Advocacia-Geral da União&#8221;, disse Lafayette de Andrada.</p>
<p>Em outro trecho do texto aprovado, é usado o princípio da unicidade institucional da AGU para definir que as atividades exercidas pelos órgãos que representam judicial e extrajudicialmente a União e as entidades da administração pública federal, direta e indireta deverão buscar, progressivamente, a harmonização e a integração administrativas no âmbito da AGU.</p>
<p>No caso das procuradorias da Fazenda (PGFN) e do Banco Central, elas manterão sua vinculação técnica e jurídica à AGU, podendo ser objeto de futura reorganização administrativa que reflita essa integração institucional plena.</p>
<p><strong>Conselho superior</strong><br />
Quanto ao Conselho Superior da Advocacia-Geral da União, o texto aprovado define que o representante eleito de cada carreira jurídica da AGU e suplente deverão ser estáveis no cargo efetivo.</p>
<p>Ato do advogado-geral da União deverá assegurar que o sistema de votação do conselho superior garanta o equilíbrio na representatividade dos votos entre as carreiras jurídicas; e entre as carreiras jurídicas e os titulares de órgãos de direção superior.</p>
<div class="image-container" data-midia="1282720">
<div class="midia-creditos"><em>Vinicius Loures/Câmara dos Deputados</em></div>
<div class="media-wrapper"><img decoding="async" src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/06/img20260616195417494-768x473.jpg" alt="Discussão e votação de propostas legislativa."></div>
<div class="midia-legenda">Deputados aprovaram o texto na sessão do Plenário desta terça-feira</div>
</div>
<p><strong>Debate em Plenário</strong><br />
No debate em Plenário, a deputada Maria do Rosário (PT-RS) afirmou que a atualização das carreiras confere maior capacidade ao Estado para atender às necessidades do Brasil. &#8220;E confiando que as carreiras típicas de Estado podem servir cada vez mais a um Brasil desenvolvido, justo, democrático e soberano.&#8221;</p>
<p>Porém, o deputado Kim Kataguiri (Missão-SP) avaliou que o projeto pode reduzir a autonomia das autarquias, das agências reguladoras e do Banco Central. &#8220;Ao mesmo tempo, dá superpoderes para que o advogado-geral da União avoque para si causas que não deveriam ser de sua competência pela influência política a que está sujeito&#8221;, declarou.</p>
<p>Para o deputado Pompeo de Mattos (PDT-RS), o texto dá equilíbrio, responsabilidade e transparência, e consolida prerrogativas. &#8220;A advocacia pública ganha conceito, respeito, amplia sua identidade&#8221;, disse.</p>
<p>Já o líder da oposição, deputado Cabo Gilberto Silva (PL-PB), afirmou que o projeto vai de encontro à PEC da autonomia do Banco Central (PEC 65/23) e fortalece em excesso a figura do advogado-geral da União.</p>
<ul>
<li><a href="https://www.camara.leg.br/noticias/606442-conheca-a-tramitacao-de-projetos-de-lei-complementar/">Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei complementar</a></li>
</ul>
<p> </p>
<div class="video-container youtube youtube-100" data-youtube-id="8hMnRRs-EzE">
<div class="midia-creditos"><em>YouTube</em></div>
</p>
<div class="midia-legenda"></div>
</div>
<p> </p>
<p>&#8230;&#8230;.. Fonte: <a href="https://www.camara.leg.br/noticias/1282699-camara-aprova-projeto-que-inclui-procuradorias-federal-e-do-banco-central-na-direcao-superior-da-agu/" target="_blank" class="feedzy-rss-link-icon">Read More</a></p>
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		<item>
		<title>Comissão aprova punição para quem expõe crianças e adolescentes a violência doméstica</title>
		<link>https://tabeliaotremembe.com/comissao-aprova-punicao-para-quem-expoe-criancas-e-adolescentes-a-violencia-domestica/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Wilian Sales]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 16 Jun 2026 21:46:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<img src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/06/img20260512154931327-768x473.jpeg" 0="" alt="Comissão aprova punição para quem expõe crianças e adolescentes a violência doméstica" />Vinicius Loures / Câmara dos Deputados Texto aprovado é o substitutivo da relatora, Chris Tonietto A Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ) da<span class="excerpt-hellip"> […]</span>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/06/img20260512154931327-768x473.jpeg" 0="" alt="Comissão aprova punição para quem expõe crianças e adolescentes a violência doméstica" /><div class="image-container" data-midia="1282647">
<div class="midia-creditos"><em>Vinicius Loures / Câmara dos Deputados</em></div>
<div class="media-wrapper"><img decoding="async" src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/06/img20260512154931327-768x473.jpeg" alt="Discussão e votação de propostas legislativas. Dep. Chris Tonietto (PL - RJ)"></div>
<div class="midia-legenda">Texto aprovado é o substitutivo da relatora, Chris Tonietto</div>
</div>
<p><span>A Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ) da Câmara dos Deputados aprovou, nesta terça-feira (16), proposta que altera o <a href="https://www2.camara.leg.br/legin/fed/lei/1990/lei-8069-13-julho-1990-372211-norma-pl.html">Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA)</a> para tipificar a conduta de expor crianças e adolescentes a atos de violência doméstica. O responsável será punido com detenção de seis meses a dois anos.</span></p>
<p><span>A relatora na CCJ, deputada Chris Tonietto (PL-RJ), apresentou um <span class="termoGlossario" title="Nome que se dá ao texto que altera substancialmente o conteúdo original da proposta. O substitutivo é apresentado pelo relator e tem preferência na votação sobre o projeto original." data-toggle="tooltip" data-placement="top">substitutivo</span> ao <a class="linkProposicao" href="https://www.camara.leg.br/noticias/878667-projeto-criminaliza-exposicao-reiterada-de-crianca-a-atos-de-violencia-domestica">Projeto de Lei 1161/22</a>, do deputado Carlos Sampaio (PSD-SP). A relatora fez uma alteração técnica e também acrescentou um tratamento mais rigoroso em alguns casos.</span></p>
<p><span>Assim, de acordo com o texto aprovado, o crime de violência doméstica praticada na frente de criança ou adolescente tem punição de seis meses a dois anos de detenção. E essa penalidade é aumentada em mais metade se o crime é praticado de forma reiterada ou se a criança ou adolescente estiver sob autoridade, guarda ou vigilância do agente ou da vítima. </span></p>
<p><span>Chris Tonietto ressaltou que a proposta reconhece que a violência doméstica tem um impacto grande sobre a criança, mesmo quando ela não é a vítima direta. “Ao conviverem com situações constantes de agressões físicas, verbais ou psicológicas, as crianças não apenas testemunham o sofrimento dos envolvidos, mas também internalizam esses comportamentos como modelos de relação interpessoal”, argumentou.</span></p>
<p><span>“Essa vivência traumática compromete o bem-estar emocional, afeta o desempenho escolar e pode desencadear transtornos psicológicos de longo prazo”, destacou a relatora. </span></p>
<p><span>A proposta ainda precisa ser analisada pelo Plenário da Câmara antes de seguir ao Senado. </span></p>
<p><a href="https://www.camara.leg.br/noticias/573454-SAIBA-MAIS-SOBRE-A-TRAMITACAO-DE-PROJETOS-DE-LEI">Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei</a></p>
<p>&#8230;&#8230;.. Fonte: <a href="https://www.camara.leg.br/noticias/1282591-comissao-aprova-punicao-para-quem-expoe-criancas-e-adolescentes-a-violencia-domestica/" target="_blank" class="feedzy-rss-link-icon">Read More</a></p>
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		<item>
		<title>Lei da Ficha Limpa completa 16 anos com mudanças e contestação no STF</title>
		<link>https://tabeliaotremembe.com/lei-da-ficha-limpa-completa-16-anos-com-mudancas-e-contestacao-no-stf/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Wilian Sales]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 Jun 2026 19:14:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<img src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/06/img20260520115225697-768x473.jpg" 0="" alt="Lei da Ficha Limpa completa 16 anos com mudanças e contestação no STF" />Bruno Spada/Câmara dos Deputados Hauly: &#8220;Lei ajudou a barrar quase 2 mil candidaturas sujas na eleição de 2024&#8221; A Lei da Ficha Limpa, que nasceu de<span class="excerpt-hellip"> […]</span>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/06/img20260520115225697-768x473.jpg" 0="" alt="Lei da Ficha Limpa completa 16 anos com mudanças e contestação no STF" /><div class="image-container" data-midia="1282129">
<div class="midia-creditos"><em>Bruno Spada/Câmara dos Deputados</em></div>
<div class="media-wrapper"><img decoding="async" src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/06/img20260520115225697-768x473.jpg" alt="Homenagem aos 400 anos das Missões Jesuíticas-Guarani. Dep. Luiz Carlos Hauly (PODE-PR)"></div>
<div class="midia-legenda">Hauly: &#8220;Lei ajudou a barrar quase 2 mil candidaturas sujas na eleição de 2024&#8221;</div>
</div>
<p>A <a href="https://www2.camara.leg.br/legin/fed/leicom/2010/leicomplementar-135-4-junho-2010-606575-norma-pl.html">Lei da Ficha Limpa</a>, que nasceu de iniciativa popular em 1993 e entrou em vigor em junho de 2010, completa 16 anos com alterações significativas e contestações no Supremo Tribunal Federal (STF). O texto original prevê que políticos condenados à perda dos direitos políticos não podem concorrer novamente a cargos eletivos por até 16 anos. Esse é o caso de senadores que têm mandato de 8 anos.</p>
<p>Um dos deputados que assinaram o projeto que deu origem à lei, o deputado Luiz Carlos Hauly (Pode-PR) afirma que somente na eleição de 2024 a lei ajudou a barrar quase 2 mil candidatos que tinham ficha suja. O parlamentar considera a norma um marco no combate à corrupção no Brasil.</p>
<p>“Foi um reforço legislativo que fizemos para fortalecer a legislação de combate aos corruptos, àqueles que cometem crimes de improbidade, enfim, àqueles que realmente metem a mão no jarro do dinheiro público. E o Brasil aprovou uma legislação que veio de iniciativa popular, 1,5 milhão de assinaturas foram apresentadas. E esta é uma lei que pegou. Eu acredito que hoje, nesses anos todos, próximo de 10 mil candidaturas de ficha suja foram barradas pela legislação”, disse.</p>
<p>Pela lei de 2010, políticos condenados por crimes como lesão ao patrimônio público e enriquecimento ilícito não podem concorrer novamente durante todo o período restante do mandato e nos oito anos seguintes. No entanto, outra lei que entrou em vigor em 2025 reduziu o prazo em que os políticos ficam inelegíveis para, no máximo, 12 anos.</p>
<p><strong>Mudanças recentes</strong><br />
O texto mais recente determina que o prazo de inelegibilidade começa com a condenação por um colegiado e será de oito anos a partir de então, o que antecipa a contagem de prazo e reduz o tempo em que o político fica inelegível. Se houver condenações posteriores, a soma do período em que o candidato não pode concorrer a cargos eletivos deve ser limitado a 12 anos.</p>
<p>No entanto, a lei mais nova prevê exceções a essa regra mais branda. Se a condenação ocorrer por crimes de maior gravidade, como lavagem de dinheiro, tráfico de drogas, terrorismo ou outros <span class="termoGlossario" title="A Lei 8.072/90 define como hediondos os crimes de homicídio praticado por grupo de extermínio; homicídio qualificado; latrocínio; genocídio; extorsão qualificada por morte;  extorsão mediante sequestro; estupro; disseminação de epidemia que provoque morte; falsificação, corrupção, adulteração ou alteração de produto destinado a fins terapêuticos ou medicinais; e favorecimento da prostituição ou de outra forma de exploração sexual de criança ou adolescente ou de vulnerável. Esse tipo de crime deve ser cumprido inicialmente em regime fechado e é insuscetível de anistia, graça, indulto e fiança." data-toggle="tooltip" data-placement="top">crimes hediondos</span>, continua a valer a regra antiga: inelegibilidade de 8 anos contados a partir do cumprimento integral da pena.</p>
<div class="image-container" data-midia="1282130">
<div class="midia-creditos"><em>Kayo Magalhães / Câmara dos deputados</em></div>
<div class="media-wrapper"><img decoding="async" src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/06/img20260609154319968-768x473.jpg" alt="Votação de pareceres e instauração de processos. Dep. Chico Alencar (PSOL-RJ)"></div>
<div class="midia-legenda">Chico Alencar defende a restauração do texto de 2010</div>
</div>
<p>A lei aprovada em 2025 foi contestada pelo partido Rede Sustentabilidade no Supremo Tribunal Federal. A legenda alega que o mérito do texto aprovado na Câmara foi alterado pelo Senado, mas não retornou para análise dos deputados, como determina a Constituição. O partido também sustenta, no processo, que o abrandamento das regras permite o retorno de políticos condenados por crimes graves à vida pública prematuramente.</p>
<p>O deputado Chico Alencar (Psol-RJ), que já estava na Câmara na época da aprovação da Lei da Ficha Limpa, defende que os ministros do Supremo decidam pela restauração do texto aprovado em 2010.</p>
<p>“A lei é boa, é eficaz relativamente, teria que retirar e derrubar esse facilitário, inclusive o tempo de inelegibilidade, que foi reduzido recentemente através do próprio Parlamento. Eu espero que o Supremo Tribunal Federal decida com o olho num preceito constitucional, que é a integridade, que é a ética pública, que é a qualidade da representação, a partir desse princípio constitucional da impessoalidade, da publicidade, da ética, da honestidade. Espero que o STF aja nessa direção”, afirmou.</p>
<p>Um <span class="termoGlossario" title="Solicitação feita por integrante de comissão para exame mais detalhado do processo referente a determinada proposição. A concessão de vista adia a análise da proposta por duas sessões do Plenário da Câmara quando não se tratar de matéria em regime de urgência. Se mais de um deputado, simultaneamente, pedir vista, ela será conjunta e na própria comissão." data-toggle="tooltip" data-placement="top">pedido de vista</span> do ministro Gilmar Mendes em maio deste ano suspendeu o julgamento da ação, que não tem data para recomeçar. Antes da interrupção da análise, a relatora do processo, ministra Carmem Lúcia, já havia votado a favor da manutenção da Lei da Ficha Limpa de 2010 nos principais pontos contestados pela Rede. O único ministro a votar depois da relatora foi Luiz Fux, que concordou inteiramente com o voto de Carmem Lúcia.</p>
<p>&#8230;&#8230;.. Fonte: <a href="https://www.camara.leg.br/noticias/1282059-lei-da-ficha-limpa-completa-16-anos-com-mudancas-e-contestacao-no-stf/" target="_blank" class="feedzy-rss-link-icon">Read More</a></p>
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		<item>
		<title>Comissão aprova projeto que proíbe o fim de medida protetiva sem ouvir a vítima</title>
		<link>https://tabeliaotremembe.com/comissao-aprova-projeto-que-proibe-o-fim-de-medida-protetiva-sem-ouvir-a-vitima/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Wilian Sales]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 Jun 2026 18:51:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<img src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/06/img20260512161449984-768x473.jpg" 0="" alt="Comissão aprova projeto que proíbe o fim de medida protetiva sem ouvir a vítima" />Bruno Spada/Câmara dos Deputados Célia Xakriabá: ausência de escuta adequada compromete a avaliação concreta do risco A Comissão de Defesa dos Direitos da Mulher da Câmara dos<span class="excerpt-hellip"> […]</span>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/06/img20260512161449984-768x473.jpg" 0="" alt="Comissão aprova projeto que proíbe o fim de medida protetiva sem ouvir a vítima" /><div class="image-container" data-midia="1281996">
<div class="midia-creditos"><em>Bruno Spada/Câmara dos Deputados</em></div>
<div class="media-wrapper"><img decoding="async" src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/06/img20260512161449984-768x473.jpg" alt="Deputada Célia Xakriabá (Psol-MG) fala em comissão da Câmara dos Deputados"></div>
<div class="midia-legenda">Célia Xakriabá: ausência de escuta adequada compromete a avaliação concreta do risco</div>
</div>
<p>A Comissão de Defesa dos Direitos da Mulher da Câmara dos Deputados aprovou o Projeto de Lei 5287/25 que altera a Lei Maria da Penha para proibir o cancelamento de medidas protetivas de urgência sem a escuta prévia da vítima.</p>
<p>Pela proposta, o juiz só poderá suspender ordens judiciais — como o afastamento do agressor do lar — se ficar comprovado, junto à mulher, que ela não corre mais risco físico, psicológico ou patrimonial.</p>
<p>A relatora, deputada Célia Xakriabá (Psol-MG), foi favorável ao texto, de autoria do deputado Juarez Costa (Republicanos-MT).</p>
<p>&#8220;A ausência de escuta adequada compromete a avaliação concreta do risco e pode contribuir para o aumento da subnotificação e da reincidência, ampliando a exposição da vítima a situações ainda mais graves&#8221;, defendeu a deputada.</p>
<p><strong>Recursos processuais</strong><br />
O projeto também prevê recurso à decisão do juiz que negar medida protetiva em favor da vítima. Nesses casos, o texto estabelece que o recurso será o &#8220;agravo de instrumento&#8221;, mecanismo previsto no <a href="https://www2.camara.leg.br/legin/fed/lei/2015/lei-13105-16-marco-2015-780273-norma-pl.html">Código de Processo Civil</a> que permite uma análise rápida pela instância superior.</p>
<p><strong>Dados de violência</strong><br />
Em seu parecer, a deputada Célia Xakriabá apresentou dados do Fórum Brasileiro de Segurança Pública indicando que o Brasil registrou 101,6 mil ocorrências de descumprimento de medidas protetivas em 2024 (aumento de 10,8% em relação ao ano anterior).</p>
<p>A relatora destacou ainda que, em 2025, 13% das mulheres vítimas de feminicídio tinham medida protetiva vigente contra seus agressores, o que reforça a necessidade de rigor na manutenção das decisões judiciais.</p>
<p><strong>Próximos passos</strong><br />
O projeto tramita em <span class="termoGlossario" title="Rito de tramitação pelo qual o projeto é votado apenas pelas comissões designadas para analisá-lo, dispensada a deliberação do Plenário. O projeto perde o caráter conclusivo se houver decisão divergente entre as comissões ou se, independentemente de ser aprovado ou rejeitado, houver recurso assinado por 52 deputados para a apreciação da matéria no Plenário." data-toggle="tooltip" data-placement="top">caráter conclusivo</span> e será analisado agora pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania.</p>
<p>Para virar lei, precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado.</p>
<ul>
<li><a href="https://www.camara.leg.br/noticias/573454-SAIBA-MAIS-SOBRE-A-TRAMITACAO-DE-PROJETOS-DE-LEI">Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei</a></li>
</ul>
<p>&#8230;&#8230;.. Fonte: <a href="https://www.camara.leg.br/noticias/1281321-comissao-aprova-projeto-que-proibe-o-fim-de-medida-protetiva-sem-ouvir-a-vitima/" target="_blank" class="feedzy-rss-link-icon">Read More</a></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Comissão aprova proposta que cria programa de incentivo a mulheres em cargos de chefia no sistema de Justiça</title>
		<link>https://tabeliaotremembe.com/comissao-aprova-proposta-que-cria-programa-de-incentivo-a-mulheres-em-cargos-de-chefia-no-sistema-de-justica/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Wilian Sales]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 Jun 2026 13:34:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<img src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/06/img20260519192625279-1-768x473.jpg" 0="" alt="Comissão aprova proposta que cria programa de incentivo a mulheres em cargos de chefia no sistema de Justiça" />Kayo Magalhães / Câmara dos Deputados Rogéria Santos é a relatora da proposta A Comissão de Defesa dos Direitos da Mulher da Câmara dos Deputados aprovou<span class="excerpt-hellip"> […]</span>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/06/img20260519192625279-1-768x473.jpg" 0="" alt="Comissão aprova proposta que cria programa de incentivo a mulheres em cargos de chefia no sistema de Justiça" /><div class="image-container" data-midia="1281882">
<div class="midia-creditos"><em>Kayo Magalhães / Câmara dos Deputados</em></div>
<div class="media-wrapper"><img decoding="async" src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/06/img20260519192625279-1-768x473.jpg" alt="Discussão e votação de propostas legislativas. Dep. Rogéria Santos (REPUBLICANOS - BA)"></div>
<div class="midia-legenda">Rogéria Santos é a relatora da proposta</div>
</div>
<p>A Comissão de Defesa dos Direitos da Mulher da Câmara dos Deputados aprovou projeto de lei que cria o Programa Nacional de Promoção da Igualdade entre Mulheres e Homens nas Carreiras do Sistema de Justiça. A ideia é criar diretrizes para aumentar a participação feminina em cargos de comando, na tomada de decisão e na magistratura.</p>
<p>Pela proposta, as instituições do sistema de Justiça deverão priorizar os seguintes eixos de atuação:</p>
<ul>
<li>o incentivo à adoção de ações afirmativas nos concursos públicos destinados ao ingresso na magistratura, no Ministério Público, na Defensoria Pública e em outros órgãos do setor;</li>
<li>a promoção de programas de apoio acadêmico e bolsas de estudo para alunas de graduação em Direito;</li>
<li>a realização de cursos de capacitação voltados ao fortalecimento da participação feminina em cargos de direção e assessoramento superior;</li>
<li>a criação de programas de mentoria e redes de apoio entre profissionais do setor;</li>
<li>a implementação de protocolos institucionais obrigatórios para a prevenção e o combate ao assédio e à discriminação contra a mulher.</li>
</ul>
<p>As novas regras e os incentivos valem não apenas para a magistratura (juízes e desembargadores), mas também para o Ministério Público (promotores), a Defensoria Pública e os demais órgãos essenciais ao funcionamento das leis</p>
<p>O colegiado aprovou o <span class="termoGlossario" title="Nome que se dá ao texto que altera substancialmente o conteúdo original da proposta. O substitutivo é apresentado pelo relator e tem preferência na votação sobre o projeto original." data-toggle="tooltip" data-placement="top">substitutivo</span> da relatora, deputada Rogéria Santos (Republicanos-BA) , ao Projeto de Lei 3415/25, do deputado Amom Mandel (Republicanos-AM). A deputada transformou a iniciativa prevista no texto original em um programa nacional permanente.</p>
<p>&#8220;Embora as mulheres representem 51,8% da população brasileira e a grande maioria das pessoas formadas nos cursos de Direito, sua presença nos postos mais elevados no Sistema de Justiça ainda é minoritária, sobretudo na magistratura, no Ministério Público e na Defensoria Pública&#8221;, ressaltou a deputada em justificativa.</p>
<p><strong>Próximos passos<br />
</strong>A matéria tramita em <span class="termoGlossario" title="Rito de tramitação pelo qual o projeto é votado apenas pelas comissões designadas para analisá-lo, dispensada a deliberação do Plenário. O projeto perde o caráter conclusivo se houver decisão divergente entre as comissões ou se, independentemente de ser aprovado ou rejeitado, houver recurso assinado por 52 deputados para a apreciação da matéria no Plenário." data-toggle="tooltip" data-placement="top">caráter conclusivo</span> e será analisada agora pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisa ser aprovada pela Câmara e pelo Senado.</p>
<ul>
<li><a href="https://www.camara.leg.br/noticias/573454-SAIBA-MAIS-SOBRE-A-TRAMITACAO-DE-PROJETOS-DE-LEI">Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei</a></li>
</ul>
<p>&#8230;&#8230;.. Fonte: <a href="https://www.camara.leg.br/noticias/1281319-comissao-aprova-proposta-que-cria-programa-de-incentivo-a-mulheres-em-cargos-de-chefia-no-sistema-de-justica/" target="_blank" class="feedzy-rss-link-icon">Read More</a></p>
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		<title>Comissão aprova penas maiores para crimes contra advogadas</title>
		<link>https://tabeliaotremembe.com/comissao-aprova-penas-maiores-para-crimes-contra-advogadas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Wilian Sales]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 Jun 2026 11:27:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<img src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/06/img20260610164410006-1-768x473.jpg" 0="" alt="Comissão aprova penas maiores para crimes contra advogadas" />Kayo Magalhães / Câmara dos Deputados  Jack Rocha é a relatoa da proposta A Comissão de Defesa dos Direitos da Mulher da Câmara dos Deputados aprovou<span class="excerpt-hellip"> […]</span>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/06/img20260610164410006-1-768x473.jpg" 0="" alt="Comissão aprova penas maiores para crimes contra advogadas" /><div class="image-container" data-midia="1281849">
<div class="midia-creditos"><em>Kayo Magalhães / Câmara dos Deputados</em></div>
<div class="media-wrapper"><img decoding="async" src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/06/img20260610164410006-1-768x473.jpg" alt="Discussão e votação de propostas legislativas. Dep. Jack Rocha (PT - ES)"></div>
<div class="midia-legenda"> Jack Rocha é a relatoa da proposta</div>
</div>
<p>A Comissão de Defesa dos Direitos da Mulher da Câmara dos Deputados aprovou projeto de lei que prevê aumento de pena para crimes contra advogadas quando a motivação envolver a condição de mulher da vítima ou sua atuação na defesa de outra mulher.</p>
<p>O texto aprovado aumenta de um terço até a metade a pena prevista no <a class="linkLegislacao" href="https://www2.camara.gov.br/legin/fed/declei/1940-1949/decreto-lei-2848-7-dezembro-1940-412868-norma-pe.html" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Código Penal</a> para o crime de coação no curso do processo nessas situações. A punição hoje é de 1 a 4 anos de reclusão e multa.</p>
<p>Também é aumentada de um terço até a metade da pena para o crime de feminicídio cometido contra uma advogada pelo fato de ela estar defendendo uma mulher. Hoje, a condenação para esse crime é de 20 a 40 anos de prisão.</p>
<p>A medida altera ainda a <a class="linkLegislacao" href="https://www2.camara.gov.br/legin/fed/lei/2006/lei-11340-7-agosto-2006-545133-norma-pl.html" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Lei Maria da Penha</a> para garantir a concessão de medidas protetivas de urgência à advogada que sofrer violência ou ameaças ao defender uma mulher.</p>
<p>Com a mudança, caso seja intimidada pelo agressor de sua cliente ou por representantes dele, a profissional poderá solicitar à Justiça que determine o distanciamento físico obrigatório e a proibição imediata de qualquer contato por parte do acusado.</p>
<p><strong>Constante ameaça</strong><br />
O colegiado aprovou o <span class="termoGlossario" title="Nome que se dá ao texto que altera substancialmente o conteúdo original da proposta. O substitutivo é apresentado pelo relator e tem preferência na votação sobre o projeto original." data-toggle="tooltip" data-placement="top">substitutivo</span> da relatora, deputada Jack Rocha (PT-ES) , ao <a class="linkProposicao" href="https://www.camara.leg.br/noticias/1044180-projeto-aumenta-pena-para-homicidio-e-coacao-praticados-contra-advogadas">Projeto de Lei 538/24</a>, da deputada Dandara (PT-MG) . A relatora fez ajustes para adequar a redação original às recentes atualizações do Código Penal pela <a class="linkLegislacao" href="https://www2.camara.gov.br/legin/fed/lei/2024/lei-14994-9-outubro-2024-796445-norma-pl.html" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Lei do Feminicídio</a>.</p>
<p>&#8220;As frequentes agressões sofridas pelas advogadas podem ser interpretadas como uma estratégia masculina para enfraquecer a defesa judicial. Os agressores acreditam que, se as mulheres que atuam na defesa sentirem-se temerosas, cria-se um obstáculo na proteção da mulher vítima de violência&#8221;, ressaltou a deputada.</p>
<p>A deputada citou pesquisa da Universidade Federal de Alagoas (Ufal) a qual aponta que 80% das advogadas já foram ameaçadas ao defenderem vítimas do sexo feminino, sobretudo em casos de violência doméstica e direito de família. O estudo foi conduzido pelo Grupo de Pesquisa Carmim Feminismo Jurídico.</p>
<p><strong>Próximos</strong> <strong>passos</strong><br />
O projeto será analisado pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania, antes de seguir para a apreciação do Plenário.</p>
<p><a href="https://www.camara.leg.br/noticias/573454-SAIBA-MAIS-SOBRE-A-TRAMITACAO-DE-PROJETOS-DE-LEI">Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei</a></p>
<p>&#8230;&#8230;.. Fonte: <a href="https://www.camara.leg.br/noticias/1281315-comissao-aprova-penas-maiores-para-crimes-contra-advogadas/" target="_blank" class="feedzy-rss-link-icon">Read More</a></p>
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