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	<title>IBGE &#8211; Tabelião Tremembé</title>
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		<title>Casamentos estão durando menos, aponta IBGE</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Jennyfer Sales]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 19 Apr 2022 19:19:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://tabeliaotremembe.com/wp-content/uploads/2022/04/Design-sem-nome-11-150x150.png" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" srcset="https://tabeliaotremembe.com/wp-content/uploads/2022/04/Design-sem-nome-11-150x150.png 150w, https://tabeliaotremembe.com/wp-content/uploads/2022/04/Design-sem-nome-11-85x85.png 85w, https://tabeliaotremembe.com/wp-content/uploads/2022/04/Design-sem-nome-11-80x80.png 80w" sizes="(max-width:767px) 150px, 150px" /><p style="text-align: justify;">Quase metade, mais especificamente 49,8%, dos casamentos que acabaram em divórcio em 2020 tinha menos de dez anos. É um aumento significativo em relação a 2010, quando esse percentual era de 37,4%. Os dados fazem parte da consolidação das Estatísticas do Registro Civil, divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) no mês de fevereiro.</p>
<p style="text-align: justify;">O levantamento do IBGE mostrou que o número de divórcios concretizados após processo judicial diminuiu 13,6% em 2020 em relação a 2019. Os divórcios registrados em cartórios, no entanto, tiveram aumento de 1,1% em comparação com o ano anterior. Outro dado, do Colégio Notarial do Brasil, mostra que os divórcios consensuais, solicitados de forma simplificada diretamente nos cartórios, tiveram 77.112 casais que oficializaram a separação.</p>
<p style="text-align: justify;">Em relação à diminuição dos divórcios judiciais no primeiro ano da pandemia, os técnicos do IBGE acreditam que a dificuldade de consolidação dos dados das varas de família, por conta do trabalho remoto, pode ter influenciado no resultado. A crise sanitária e a necessidade de isolamento social podem ter atrasado a tramitação dos processos.</p>
<p style="text-align: justify;">Já no caso do aumento dos pedidos de divórcio verificados nos cartórios, a pandemia da Covid-19 também é apontada como uma das principais culpadas A convivência forçada 24 horas por dia por conta do isolamento pode ter acelerado a decisão pela separação.</p>
<p style="text-align: justify;">Na experiência da advogada e coach de relacionamentos Viviane Cristiane Teixeira Montero, que tem mais de 10 anos de atuação nas áreas civil, trabalhista e de família, a pandemia potencializou pequenos problemas diários, que antes passavam despercebidos e passaram a ganhar escala que os tornaram impossíveis de resolver.</p>
<p style="text-align: justify;">A profissional, que já atuou apenas com os trâmites judiciais do divórcio, hoje também ajuda os casais a entenderem se esse é o único caminho ou a relação pode ser reestruturada.</p>
<p style="text-align: justify;">“Nenhum casamento está isento de passar por crises e conflitos. Isso faz parte de qualquer relacionamento afetivo. Porém, nem sempre é fácil perceber que o fim do casamento está próximo ou ainda é preciso buscar ajuda para resolver os problemas”, comenta</p>
<p style="text-align: justify;">Montero também comenta que muitos casais a procuram para entender se ainda é possível haver uma reconsideração da decisão de se separar. Nesses casos, sua função é ajudar os dois cônjuges a entenderem, por meio de vários questionamentos e muita conversa, o que eles realmente querem</p>
<p style="text-align: justify;">“Digo aos meus clientes que não há respostas fáceis para essas perguntas difíceis sobre como saber quando o divórcio é a solução certa. No entanto, para a maioria das pessoas, há um momento de clareza em que elas sabem que o divórcio é a direção que sentem que devem seguir ou não. Esse momento de clareza, geralmente, é um sentimento físico de alívio e um nó no estômago, à medida que você entende a decisão que acabou de tomar. Nesse ponto, você pode começar a desenvolver um plano para renovar seu compromisso com o casamento ou avançar para a separação e o divórcio”, explica</p>
<p style="text-align: justify;">Mesmo quando o fim parece ter chegado, há chances de fugir das estatísticas, relata advogada</p>
<p style="text-align: justify;">Alguns comportamentos de um ou de ambos os cônjuges como grosseria, excesso de críticas, desprezo, negatividade, fracasso na resolução de conflitos e falta de sexo são alguns dos sinais de que o divórcio está próximo, segundo Viviane Montero. Entretanto, segundo a advogada, mesmo com todos esses sinais, há a possibilidade de salvar a relação e não fazer parte das estatísticas.</p>
<p style="text-align: justify;">“Ninguém deve viver infeliz em uma relação, mas é importante entender que os conflitos são normais e podem e devem ser solucionados, desde que haja amor e respeito. Partindo do desejo de reparação, o casal pode recorrer ao aconselhamento de casal, ou outra forma de mediação. Na maioria dos casos, quando esses sinais são muito evidentes, é preciso da orientação e mediação de outra pessoa para solucionar os conflitos”, aconselha.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p>Fonte: <a href="https://cnbsp.org.br/2022/04/14/jornal-tribuna-ibge-metade-dos-divorciados-tinha-menos-de-10-anos-de-casamento/" target="_blank" rel="noopener">Colégio Notarial do Brasil</a> | <a href="https://jornaltribuna.com.br/2022/04/273422-casamentos-estao-durando-menos-aponta-ibge/" target="_blank" rel="noopener">Jornal Tribuna</a></p>
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