Câmara aprova criação de política nacional de assistência jurídica às vítimas de violência
Câmara aprova criação de política nacional de assistência jurídica às vítimas de violência
Relatora comemora aprovação de política de assistência jurídica a vítimas vulneráveis; ouça a entrevista
Relatora comemora aprovação de política de assistência jurídica a vítimas vulneráveis; ouça a entrevista
Câmara aprova criação de política nacional de assistência jurídica às vítimas de violência
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Relatora comemora aprovação de política de assistência jurídica a vítimas vulneráveis; ouça a entrevista
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Comissão de Constituição e Justiça aprova nova regra para definir valor de pensão alimentícia

Vinicius Loures/Câmara dos Deputados
Discussão e votação de propostas legislativas. Dep. Laura Carneiro (PSD - RJ)
Laura Carneiro defendeu a aprovação da proposta

A Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ) da Câmara dos Deputados aprovou projeto de lei que estabelece critérios para definir o valor da pensão alimentícia do filho com até 18 anos, tendo como alimentante o pai ou a mãe.

A proposta altera o Código Civil. Pelo texto aprovado, a fixação do valor deverá levar em conta a sobrecarga de quem tem a guarda de criança ou adolescente e o comprovado abandono afetivo pelo pai ou pela mãe.

Ainda conforme o projeto, também deverá ser respeitado o critério já existente da “necessidade-possibilidade”, para que sejam consideradas tanto as necessidades do filho quanto as possibilidades financeiras do genitor alimentante.

Como foi analisada em caráter conclusivo, a proposta deverá seguir direto para o Senado, salvo se houver recurso para análise no Plenário da Câmara. Para virar lei, a versão final do texto precisa ser aprovada pelas duas Casas.

Ajuste na redação
Por recomendação da relatora, deputada Laura Carneiro (PSD-RJ), a CCJ aprovou a versão da Comissão de Previdência, Assistência Social, Infância, Adolescência e Família para o Projeto de Lei 2121/25, da deputada Maria Arraes (Solidariedade-PE).

O substitutivo trocou o termo “comprovada ausência” do projeto original por “comprovado abandono afetivo”. Segundo Laura Carneiro, a mudança “alinhou o texto ao ordenamento jurídico e à jurisprudência no direito de família”.

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Comissão de Constituição e Justiça aprova nova regra para definir valor de pensão alimentícia
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